Sumiço

Olá a todos. Quem vos fala é seu autor menos favorito e, certamente, menos assíduo na escrita.

Infelizmente tive de deixar o blog de lado nas últimas semanas por motivos de falta de tempo; quem cursa o ensino superior sabe bem do que falo, em especial se o fizer na área das Engenharias. Apesar disso, não tenho planos de abandonar o Chá de Maçã em definitivo, em breve postarei mais, e tentarei garantir maior regularidade.

Inclusive, dedicarei um espaço no site para a postagem de algumas análises sobre obras inspiradoras que me deparei ao longo do tempo. Não falo de resenhas propriamente ditas; na verdade, pretendo apenas falar sobre livros que considero importantes, que façam uma diferença positiva na vida e que sejam, talvez, inspiradores!

Sendo isso, despeço-me! Em breve, eu espero, teremos mais conteúdo fresquinho como pão recém saído do forno.

Pós festa

“Será que alguém se identifica?” – Aquele Por Trás dos Teclados.

Cláudio retornava a pé e apertado daquela festa; também pudera, se disputasse com um camelo sobre quem consegue ingerir mais líquido, venceria disparado. Tomara, sôfrego, todo o álcool que foi humanamente possível de estocar em sua barriga. Males de um “Open Bar” oferecido a alguém sem freios, aquela velha história.

Eis que em certo momento de sua jornada cambaleante até o apartamento que vivia, sentira, escruciante, o lembrete da natureza de que tudo o que entra, deve sair; sua mente bêbada logo processara: não conseguiria chegar ao seu banheiro a tempo, de modo que optara pelo caminho dos porcos, colocando-se a procurar um canto discreto em vias de urinar por ali mesmo.

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Barroso

“Mais um, para vocês. Este, admito, tem mais fatos que ficção, mas a linha, como sempre, é tênue.” – (O Não Autor)^(-1)

Quão baixo iria alguém para estabelecer uma imagem de superioridade, mesmo que tais atos levassem ao ridículo da admissão pública de pequenas verdades constrangedoras, porém cômicas? Todos têm, é claro, seus limites, mas os de algumas pessoas, em especial de uma certa moça espalhafatosa de voz estridente, beiravam ao grotesco.

Esta mesma, cujo nome não é do interesse de ninguém, em certa feita estava reunida com algumas amigas num lugar público, estando acompanhada de sua mãe, e tagarelava com as outras sobre frivolidades usuais que afloram após um almoço farto, num volume que passara de comparável a um burburinho baixo, alcançando algo semelhante à algazarra de uma revoada de araras.

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