
Ah os armarinhos! E as lojas de tecidos, e a porção de necessidades desnecessárias, de cacarecos inúteis, de coisinhas fúteis, de texturas diferentes, de estampas simples ou combinações malucas :)

Ah os armarinhos! E as lojas de tecidos, e a porção de necessidades desnecessárias, de cacarecos inúteis, de coisinhas fúteis, de texturas diferentes, de estampas simples ou combinações malucas :)

1. Quilt moderno @ Purl Bee
2. Cartão com barrinha de crochê @ One Sheepish Girl
3. Bandeirolas de crochê @ Lulu loves
4. Vasinhos de cara nova @ A beautiful mess
Comprei uma pilha de flanelas no início do ano, enquanto tentava fingir que o verão não existe, mas só agora, em pleno outono é que me senti inspirada a fazer algo com elas.
Inicialmente os planos contemplavam: quilt, quilt, pijama e cachecóis, e, como podem ver, comecei pelo mais simples :) Na outra semana foram os cachecóis e agora uma nova calça de pijama .
O molde saiu do livro Weekend Sewing e, ao contrário do ano passado, desta vez consegui uma calça bem confortável.
O tecido é da coleção Colorful Christmas (Riley Blake) e antes que me perguntem, não, eu não me importo de usar uma calça de bonecos de neve beirando os 30 ;)
Que tal fazer uma gola lindinha e dar um jeito alegre àquela blusa básica, sem graça, perdida no seu armário?

A minha eu fiz com este molde aqui, mas procura ali no Sr. Google que rapidinho você vai encontrar uma porção de opções.
Eu já estou até pensando em outras variações! ;)
Ontem à noite estava procurando tecido para finalizar uma costura, quando estes tecidos praticamente me pediram para serem costurados juntos.
Estava usando cores claras na outra peça, um presente com a cores preferidas de outra pessoa, e a costura, apesar de simples, me parece que demorou uma eternidade para sair.
Já com este tapete de canecas foi assim: Quilto tudo para o mesmo lado ou mudo alguma coisa? Ah, já sei! Vou quiltar os cachorros na horizontal! Faltou bolinha para o viés? Essas listras ficarão lindas! Costura daqui, costura dali e logo o tapete estava pronto.
Olhando para as duas peças depois de prontas fiquei pensando no tanto que costurar é também imprimir um pouco (bastante) de nós, mesmo quando não temos plena consciência disso.
Se o tapetinho ficou a coisa mais linda do mundo? Não sei, mas sei que ficou a “cara da dona” ;)
1. Trenzinho com caixas de chá recicladas @ Mer Mag
2. Vasos sorridentes (lindos!) @ Wee wonderfuls
3. Kit noiva (não daria um lindo porta-joias?) @ Oh happy day
4. Quarto de bebê minimalista @ decor8
Nem acredito que finalmente o tempo está mais fresco!
Me parece que, além das roupas de cachorro, a cada ano que passa tenho vontade de fazer uma nova remessa de cachecóis para passear por aí.
Ano passado fiz alguns de voile neste estilo, mas achei que ficaram curtos demais e eles acabaram passando mais tempo no armário do que no meu pescoço.

Para esta nova leva, além de modificações nas medidas, decidi acrescentar flanela para deixá-los mais encorpados e quentinhos.
Segui as dicas da Anna Maria Horner adaptando as medidas à quantidade de tecido que tinha em casa e consegui dois cachecóis infinitos de tamanhos – pouco- diferentes (um ficou com 15″e o outro com 9″ ao invés dos 18″ sugeridos por ela).
Fiz os dois no domingo e não poderia estar mais feliz com o resultado!
Tecidos usados: voile da coleção Little Folks, da Anna Maria Horner; flanela Kona na cor Berry e flanela estampada da coleção Loulouthi, da Anna Maria Horner.
Quando decidi decretar guerra os papéis, resolvi fazer uma bela faxina nos papéis da faculdade.
Posso dizer que 5 anos me renderam uma boa quantidade deles e, embora eu tenha tentado organizá-los ao longo deste período, só agora tenho a real noção de quanto papel acumulei.
Depois de todas as faxinas anuais, me restou uma caixa extra grande cheia: de provas a anotações em aula, artigos, resumos e outros materiais.
Tirei tudo da caixa e, tentando ser o mais sincera possível, fui separando em pilhas de acordo com a ação necessária: lixo reciclável (1), escanear (2) , ler (3) e doar (4).
Provas e outros materiais que achei que nunca mais iria usar foram imediatamente para o lixo reciclável (1), aqui entraram inclusive os artigos científicos, pois não faz sentido guardar artigos desatualizados ou que podem ser encontrados facilmente na internet; separei para escanear (2) as minhas anotações e alguns materiais que achei MUITO importantes (como textos clássicos); e separei para ler (3) aqueles materiais que não tinha muita certeza do que fazer. Os materiais gráficos, como lápis de cor, canetinhas, etc… foram imediatamente para a doação (4).
A etapa de escanear foi, sem dúvida, a mais cansativa e me fez reavaliar o que realmente precisava ser guardado.
Para cada material da pilha (3) fui me perguntando: Será que vou realmente usar “um dia”? Usei alguma vez nos últimos anos? Para a grande maioria a resposta foi “não” e então o destino foi o lixo reciclável.
Foram 2 semanas neste processo, entre escanear, jogar fora, renomear e salvar, e, no fim, só fiquei com 4 encadernações cujas publicações estão esgotadas nas editoras.
Esse material todo foi salvo e organizado no HD externo, mais seguro e sem ocupar espaço desnecessário no meu computador.
Foi bem trabalhoso, não vou mentir, mas acho que fiz um bom trabalho :)
Depois de perder o ponto e desmanchar quatro carreiras duas vezes, de precisar negociar com o Joaquim cada vez que preciso pegar a lã dentro da sacolinha em que ele insiste em deitar em cima, de perder minha agulha de 4 mm dentro do sofá e precisar virá-lo de cabeça pra baixo até conseguir recuperá-la, percebi que o melhor jeito de dar sequência ao ziguezague é sentada na poltrona de outro dia. Confortável, mas não tanto a ponto de me distrair :)
Se há uns 2 anos alguém me dissesse que eu me sentiria à vontade fazendo crochê e que até conseguiria fazer uma mantinha ziguezague, eu certamente não acreditaria!
Mas o fato é que o tempo passa, as coisas mudam e sem pressa vejo uma manta ziguezague tomando forma. Em tons de cinza, branco e vermelho, que é pra ficar séria mas nem tanto; colorida, mas sem exagero.
+ do final de semana:
- Minha revista preferida recém-chegada e um recorte que encontrei enquanto fazia faxina nos papéis, com minhas anotações pré-casamento sobre o vestido de uma das minhas damas. Boas lembranças me trouxe esse pedaço de papel! :)
Agora que a fase de turbulência da faculdade já passou e tenho mais tempo para cuidar da casa (e de mim!), tenho trabalhado bastante para simplificar as coisas por aqui.
Algumas mudanças têm sido bastante significativas e por isso decidi que seria interessante compartilhar o que tem feito a diferença do lado de cá para meu próprio registro, e, quem sabe, inspirar mais alguém?
Guerra aos papéis #1
Eu tinha o hábito de utilizar os dois lados dos papéis, tentava sempre imprimir duas páginas numa mesma folha para reduzir a quantidade de folhas impressas e buscava, sempre que possível, utilizar as impressões que não davam certo como rascunho.
Como trabalhei por vários anos com papelada e burocracia, não tive dificuldade de implementar alguns métodos de arquivamento em casa e sempre me orgulhei por ser capaz de encontrar todos os documentos, comprovantes e contas a pagar sem dificuldade.
Mantinha toda essa papelada organizada em pastas suspensas identificadas por categorias como: Educação, Cartão de crédito, Condomínio, Impostos e taxas, etc..etc.. etc.. e além da rotina mensal de arquivamento, no começo de cada ano digitalizava o que fosse necessário para o IR e então arquivava toda a papelada do ano anterior em pacotes plásticos etiquetados, ficando assim um pacote para cada ano.
O problema é que, como sabem, precisamos arquivar a grande maioria destes documentos por 5 anos, e, mesmo que estivessem devidamente organizados, este tempo todo é o suficiente para juntar uma boa pilha de papel.
Como aqui em casa todas as nossas contas são pagas online, comecei a pensar sobre o assunto e concluí que imprimir e arquivar comprovantes era um desperdício de tempo e recursos (eletricidade, papel, tinta de impressora, grampo de grampeador, pasta suspensa, saco plástico e etiquetas, além do espaço na gaveta, viu só quanta coisa?), e como minha meta para este ano é simplificar, resolvi aproveitar que ainda estamos no primeiro semestre para dar um jeito nisso.
O que eu fiz então?
- Optei pelo recebimento das faturas por e-mail ao invés de correio (no caso do condomínio precisei enviar e-mail solicitando o envio de boleto/ detalhamento somente por e-mail, dos demais pude fazer a opção diretamente pelo site. Só não consegui eliminar ainda o envio da conta de luz, uma vez que essa é emitida/impressa na hora da medição);
- Pelo site do banco salvei todos os comprovantes deste ano em arquivo pdf, assim como também salvei faturas da TV a cabo e alguns boletos deste mês que já havia recebido por e-mail;
- Escaneei os demais boletos (que não tinham versão digital) e juntei aos comprovantes, ficando cada arquivo com boleto + comprovante de pagamento (eu uso a Pré-visualização no Mac e esse processo de juntar arquivos é bem simples);
- Criei uma pasta no meu computador com o nome de “Contas pagas 2012″ e então criei subpastas com as mesmas categorias que utilizava antes no arquivo físico;
- Dentro destas subpastas organizei os arquivos renomeando-os de acordo com o mês de pagamento;
- Depois de devidamente escaneados, renomeados e organizados, os papéis foram rasgados e colocados no lixo reciclável.
Na gaveta, antes abarrotada de pastas suspensas, agora ficaram somente as pastas com documentos, organizadas por ordem alfabética, que separei como: contratos (somente contratos que ainda estejam em vigência), documentos do apto (escritura, manual do proprietário com as informações passadas pela construtora, etc.), documentos pessoais (como certidão de casamento, passaportes, carteiras de trabalho, certificados e diplomas, etc.), exames médicos (exames recentes e receitas de uso contínuo), Joaquim (sim, uma pasta só para ele, com carteira de vacinação, certificado de pedigree e receitas recentes para nosso controle) e notas fiscais (dos produtos que ainda temos e que ainda têm garantia).
Mexer com toda essa papelada pode parecer assustador num primeiro momento, mas depois que o novo sistema já está implantado as coisas tendem a ficar mais simples.
Eu gastei cerca de 8 horas para fazer toda essa arrumação e na semana passada, por exemplo, recebi um boleto por e-mail e demorei pouco mais de 2 minutos para pagar e arquivar o comprovante no novo sistema.
Simples assim! E o planeta agradece :)